Fique Diva - Está em transição capilar e não tem coragem de fazer o Big Chop? Veja fotos de 50 cacheadas que optaram pelo grande corte e inspire-se!

26/07/2016 / Publicado por Nayanne Louise

Está em transição capilar e não tem coragem de fazer o Big Chop? Veja fotos de 50 cacheadas que optaram pelo grande corte e inspire-se!

Ariel Borges tem 22 anos, é jornalista e fez o BC com seis meses de transição capilar. Atualmente, ela tem um ano e dois meses de big chop

Ariel Borges tem 22 anos, é jornalista e fez o BC com seis meses de transição capilar. Atualmente, ela tem um ano e dois meses de big chop

'Passei pela transição porque senti a necessidade de me enxergar de uma forma diferente. Não me sentia mais tão bem me submetendo aos processos químicos', contou a jornalista Ariel Borges, de 22 anos

'Passei pela transição porque senti a necessidade de me enxergar de uma forma diferente. Não me sentia mais tão bem me submetendo aos processos químicos', contou a jornalista Ariel Borges, de 22 anos

'Me decidi pela transição quando percebi que meu cabelo estava fraco, quebradiço e mesmo assim as pessoas dizendo que estava melhor do que "duro", passei a usar tranças box braids para passar mais facilmente pela transição capilar e desde então minha autoestima deu um salto. A partir desse período, resolvi criar um canal de vídeos (youtube.com/jacyjuly), onde ensino penteados afro, como tranças, turbantes e ensino as pessoas crespas a cuidarem de seus cabelos e a se sentirem bem consigo mesmas', contou Jacy July

'Me decidi pela transição quando percebi que meu cabelo estava fraco, quebradiço e mesmo assim as pessoas dizendo que estava melhor do que "duro", passei a usar tranças box braids para passar mais facilmente pela transição capilar e desde então minha autoestima deu um salto. A partir desse período, resolvi criar um canal de vídeos (youtube.com/jacyjuly), onde ensino penteados afro, como tranças, turbantes e ensino as pessoas crespas a cuidarem de seus cabelos e a se sentirem bem consigo mesmas', contou Jacy July

'Quando fiz meu big chop foi porque estava cansada de passar pela dolorosa transição e estava louca pra descobrir quem eu realmente era, sem química. Quis me libertar de uma vez por todas', contou Jeniffer Gomes

'Quando fiz meu big chop foi porque estava cansada de passar pela dolorosa transição e estava louca pra descobrir quem eu realmente era, sem química. Quis me libertar de uma vez por todas', contou Jeniffer Gomes

"Eu já estava em transição mesmo sem saber. Não tinha tempo nem dinheiro pra continuar alisando e estava morando numa república longe de casa com 17 outras meninas. Nem sempre sobrava tomada pra me dedicar na chapinha. Quando vi que ainda tinha cachos fui pesquisar mais sobre o assunto, descobri que estava em transição e decidi investir no cuidado com o cabelo", contou Natascha Oliveira

"Eu já estava em transição mesmo sem saber. Não tinha tempo nem dinheiro pra continuar alisando e estava morando numa república longe de casa com 17 outras meninas. Nem sempre sobrava tomada pra me dedicar na chapinha. Quando vi que ainda tinha cachos fui pesquisar mais sobre o assunto, descobri que estava em transição e decidi investir no cuidado com o cabelo", contou Natascha Oliveira

'Fazer o big chop foi libertador. A sensação de liberdade e recomeço é incrível. Era algo que eu já queria há tempos, então não rolou arrependimento, pelo contrário. Me olhei no espelho, me reconheci novamente e pensei: acabou, eu consegui. Curti bastante meu cabelo curtinho', contou Ellen Rodrigues

'Fazer o big chop foi libertador. A sensação de liberdade e recomeço é incrível. Era algo que eu já queria há tempos, então não rolou arrependimento, pelo contrário. Me olhei no espelho, me reconheci novamente e pensei: acabou, eu consegui. Curti bastante meu cabelo curtinho', contou Ellen Rodrigues

'Demorei 13 anos para aceitar meu cabelo e minha identidade no lugar daquilo que a sociedade esperava que eu fosse. Fiquei 4 meses em transição e recentemente fiz o BC. A sensação foi libertadora! Pode parecer que é só cabelo, mas trata-se de auto-aceitação, emponderamento e autoestima. Me sinto infinitamente mais confiante e feliz comigo mesma', contou a blogueira do Sara sem h (http://www.sarasemh.com/)

'Demorei 13 anos para aceitar meu cabelo e minha identidade no lugar daquilo que a sociedade esperava que eu fosse. Fiquei 4 meses em transição e recentemente fiz o BC. A sensação foi libertadora! Pode parecer que é só cabelo, mas trata-se de auto-aceitação, emponderamento e autoestima. Me sinto infinitamente mais confiante e feliz comigo mesma', contou a blogueira do Sara sem h (http://www.sarasemh.com/)

'Eu decidi me conhecer  e comecei pelo cabelo, cortei tudo no impulso e fui ser feliz', contou Fernanda Lima

'Eu decidi me conhecer e comecei pelo cabelo, cortei tudo no impulso e fui ser feliz', contou Fernanda Lima

'A decisão é muito difícil, pois o medo das críticas às vezes é bem maior do que a sua coragem, mas depois do BC senti que me tornei uma pessoa mais forte e muito mais confiante', contou Kamila Tchara

'A decisão é muito difícil, pois o medo das críticas às vezes é bem maior do que a sua coragem, mas depois do BC senti que me tornei uma pessoa mais forte e muito mais confiante', contou Kamila Tchara

'Não tive coragem o suficiente, mas cortei muito, nunca tinha visto meu cabelo tão curto. Foi um choque! Não considero que foi um BC porque ainda tinha umas pontas alisadas na parte da frente, mas eu já conseguia ver toda a textura do meu cabelo natural e me surpreendi! Ele era muito mais bonito do que imaginava. Só que ainda dava muito trabalho para texturizar, então, duas semanas depois fui ao salão de novo e cortei tudo o que faltava', contou Mayara Salles

'Não tive coragem o suficiente, mas cortei muito, nunca tinha visto meu cabelo tão curto. Foi um choque! Não considero que foi um BC porque ainda tinha umas pontas alisadas na parte da frente, mas eu já conseguia ver toda a textura do meu cabelo natural e me surpreendi! Ele era muito mais bonito do que imaginava. Só que ainda dava muito trabalho para texturizar, então, duas semanas depois fui ao salão de novo e cortei tudo o que faltava', contou Mayara Salles

'Tomei decisão porque não aguentava mais. Depois de ver fotos antigas, resolvi que estava na hora de mudar e que aquilo não era para mim. Hoje estou super satisfeita com meus cachos', contou Jaine Vieiram, de 14 anos

'Tomei decisão porque não aguentava mais. Depois de ver fotos antigas, resolvi que estava na hora de mudar e que aquilo não era para mim. Hoje estou super satisfeita com meus cachos', contou Jaine Vieiram, de 14 anos



"Na minha transição sofri um pouco. Não queria desapegar da minha franja (que era um aplique), mas não tinha outro jeito. Meu cabelo não crescia, não parava de cair, não tinha vida. Com incentivo de uma prima , hoje estou aqui, muito feliz com as minhas molinhas"

"Na minha transição sofri um pouco. Não queria desapegar da minha franja (que era um aplique), mas não tinha outro jeito. Meu cabelo não crescia, não parava de cair, não tinha vida. Com incentivo de uma prima , hoje estou aqui, muito feliz com as minhas molinhas"

'Não demorei muito para fazer o BC, pois assim que decidi deixar meu cabelo crescer naturalmente já encarei o corte. Adoro mudar. Me faz me sentir mais autêntica sabe! Segura de mim', disse nossa leitora Thay Araújo

'Não demorei muito para fazer o BC, pois assim que decidi deixar meu cabelo crescer naturalmente já encarei o corte. Adoro mudar. Me faz me sentir mais autêntica sabe! Segura de mim', disse nossa leitora Thay Araújo




"Tomei a decisão depois que tive minha filha. Elogiava os cachinhos dela, mas ela me via alisando meu cabelo. Resolvi assumir minha identidade. Laura foi minha inspiração e agora estou feliz!"

"Tomei a decisão depois que tive minha filha. Elogiava os cachinhos dela, mas ela me via alisando meu cabelo. Resolvi assumir minha identidade. Laura foi minha inspiração e agora estou feliz!"

'Meu BC foi melhor do que eu podia imaginar. Passei muito tempo fazendo prancha e, com isso, sentia necessidade de fazer mais hidratações pra recuperar os fios, já que parte dele estava sem química e foi ficando danificado aos poucos', contou Andressa Cabral

'Meu BC foi melhor do que eu podia imaginar. Passei muito tempo fazendo prancha e, com isso, sentia necessidade de fazer mais hidratações pra recuperar os fios, já que parte dele estava sem química e foi ficando danificado aos poucos', contou Andressa Cabral

'Desde os 9 anos alisava meu cabelo e era escrava da quimica. Sempre sofria muito porque as pessoas me condenavam pela minha cor e por ter cabelo crespo. Foi aí que decidi. Tive minha mãe como inspiração e ela me deu apoio', contou a mineira Gleciele Santos, de 23 anos

'Desde os 9 anos alisava meu cabelo e era escrava da quimica. Sempre sofria muito porque as pessoas me condenavam pela minha cor e por ter cabelo crespo. Foi aí que decidi. Tive minha mãe como inspiração e ela me deu apoio', contou a mineira Gleciele Santos, de 23 anos

'Foi muito esquisito me descobrir cacheada, pois tinha o meu cabelo liso até uns 15 anos atrás. Resolvi usar quimica para ficar mais 'arrumado'. Fiquei desempregada e com dificuldades, não fui mais ao salão, aí redescobri meus cachos e estou amando', contou Andrea Portela

'Foi muito esquisito me descobrir cacheada, pois tinha o meu cabelo liso até uns 15 anos atrás. Resolvi usar quimica para ficar mais 'arrumado'. Fiquei desempregada e com dificuldades, não fui mais ao salão, aí redescobri meus cachos e estou amando', contou Andrea Portela

'Alisei durante anos meu cabelo. O primeiro motivo pelo qual fiz o BC foi entrar em crise: estava cansada de alisar e em três meses retocar a raiz, além de pagar um absurdo de valor. O segundo motivo foi de eu me amar do jeito que eu era, voltar à essência... Hoje posso dizer que sou mais feliz e livre, minha autoestima está 100%', contou Lidiane Wanessa Damasceno

'Alisei durante anos meu cabelo. O primeiro motivo pelo qual fiz o BC foi entrar em crise: estava cansada de alisar e em três meses retocar a raiz, além de pagar um absurdo de valor. O segundo motivo foi de eu me amar do jeito que eu era, voltar à essência... Hoje posso dizer que sou mais feliz e livre, minha autoestima está 100%', contou Lidiane Wanessa Damasceno

"Decidi entrar em transição porque me sentia escrava da prancha. Cheguei ao ponto de deixar de sair por não está com cabelo alisado. Depois do Big Chop, me senti mais livre, posso sair quando e como quiser sem rótulos e sem medo"

"Decidi entrar em transição porque me sentia escrava da prancha. Cheguei ao ponto de deixar de sair por não está com cabelo alisado. Depois do Big Chop, me senti mais livre, posso sair quando e como quiser sem rótulos e sem medo"

'Sempre usei química, mas depois o cabelo começou a ficar feio e decidi colocar mega hair. Aí ele enfraqueceu e escolhi cortar curto e começar do zero. Hoje estou muito feliz e decidi cuidar dele o mais natural possível, mas ainda estou em transição', contou Cristina Oliveira

'Sempre usei química, mas depois o cabelo começou a ficar feio e decidi colocar mega hair. Aí ele enfraqueceu e escolhi cortar curto e começar do zero. Hoje estou muito feliz e decidi cuidar dele o mais natural possível, mas ainda estou em transição', contou Cristina Oliveira

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'Decidi voltar a ter cabelo cacheado porque estava ficando careca de tanta química, só para estar dentro de um padrão. Foi a melhor coisa que eu fiz, porque aprendi a cuidar dos meus cachos e amá-los como eles são.  Me encontrei e hoje sou outra pessoa, feliz e segura de mim', contou Carol Rosa, do blog Projeto Cacheada

'Decidi voltar a ter cabelo cacheado porque estava ficando careca de tanta química, só para estar dentro de um padrão. Foi a melhor coisa que eu fiz, porque aprendi a cuidar dos meus cachos e amá-los como eles são. Me encontrei e hoje sou outra pessoa, feliz e segura de mim', contou Carol Rosa, do blog Projeto Cacheada

'Entrei em transição porque estava cansada das químicas e de tentar ser o que eu não era. O BC foi uma forma de me libertar, de me aceitar como realmente sou. Fui cortando aos poucos e quando vi já tinha feito. Foi uma sensação estranha mais foi muito bom. Na hora me senti estranha depois começei a me achar mais bonita. Hoje gosto muito mais do meu cabelo cacheado, que se eu soubesse teria aceitado antes', disse Mirelly Darlen, blogueira do 'Cacheando com Mirelly Darlen'

'Entrei em transição porque estava cansada das químicas e de tentar ser o que eu não era. O BC foi uma forma de me libertar, de me aceitar como realmente sou. Fui cortando aos poucos e quando vi já tinha feito. Foi uma sensação estranha mais foi muito bom. Na hora me senti estranha depois começei a me achar mais bonita. Hoje gosto muito mais do meu cabelo cacheado, que se eu soubesse teria aceitado antes', disse Mirelly Darlen, blogueira do 'Cacheando com Mirelly Darlen'

'Há 9 meses resolvi por fazer meu BC. Fazia progressiva desde os 9 anos de idade, mas não estava me sentindo bem conforme os anos passaram. Meu cabelo ficou ralo e decidi assumir a minha raiz. Fiquei 3 meses em transição e nao aguentei esperar, então cortei curtinho e foi a melhor coisa que fiz. Pensei: 'Pra que ser iguais se podemos ser diferentes?' Depois ja fiz mais 3 cortes em 9 meses e estou amando o meu natural', contou a mineira Luanna Malaquias, de 28 anos

'Há 9 meses resolvi por fazer meu BC. Fazia progressiva desde os 9 anos de idade, mas não estava me sentindo bem conforme os anos passaram. Meu cabelo ficou ralo e decidi assumir a minha raiz. Fiquei 3 meses em transição e nao aguentei esperar, então cortei curtinho e foi a melhor coisa que fiz. Pensei: 'Pra que ser iguais se podemos ser diferentes?' Depois ja fiz mais 3 cortes em 9 meses e estou amando o meu natural', contou a mineira Luanna Malaquias, de 28 anos






'Resolvi passar por essa transição pela liberdade de expressar quem sou. Me sinto leve e solta. Acho que agora que estou voltando os meus cachos me sinto linda!', contou a leitora Juliana Graciano

'Resolvi passar por essa transição pela liberdade de expressar quem sou. Me sinto leve e solta. Acho que agora que estou voltando os meus cachos me sinto linda!', contou a leitora Juliana Graciano










'Minha vó começou alisar meus cabelos quando eu tinha 3 anos, nunca soube como era. Sempre que queria ter meus cachos de volta, me diziam que era impossível e eu, por ignorância, acreditava. Até que um dia me perguntei: 'se meus cachos nunca irão voltar, porque então eu tenho que alisar de 3 em 3 meses? Genética não muda!' Foi então que, em outubro de 2014, fiz meu BC. Desde então está natural!'

'Minha vó começou alisar meus cabelos quando eu tinha 3 anos, nunca soube como era. Sempre que queria ter meus cachos de volta, me diziam que era impossível e eu, por ignorância, acreditava. Até que um dia me perguntei: 'se meus cachos nunca irão voltar, porque então eu tenho que alisar de 3 em 3 meses? Genética não muda!' Foi então que, em outubro de 2014, fiz meu BC. Desde então está natural!'

'Optei pelo BC por nunca obter um resultado satisfatório com progressivas. O resultado foi a mudança pra melhor da minha autoestima e me aceitar como sou!', contou Hiandra Mylene

'Optei pelo BC por nunca obter um resultado satisfatório com progressivas. O resultado foi a mudança pra melhor da minha autoestima e me aceitar como sou!', contou Hiandra Mylene

'Fiquei 1 ano e 2 meses em transição. Depois não aguentei mais ter duas texturas no cabelo e eu mesma fui cortando até ficar sem nenhuma pontinha lisa. Amei o resultado! Fui muito criticada, mas com o tempo foi mudando e ganhando forma e hoje apaixonada', contou Janne Cárita

'Fiquei 1 ano e 2 meses em transição. Depois não aguentei mais ter duas texturas no cabelo e eu mesma fui cortando até ficar sem nenhuma pontinha lisa. Amei o resultado! Fui muito criticada, mas com o tempo foi mudando e ganhando forma e hoje apaixonada', contou Janne Cárita






'Transição é uma fase de descoberta, então descobri que o padrão não importa. Liberte-se!', recomendou Eliete Quintes

'Transição é uma fase de descoberta, então descobri que o padrão não importa. Liberte-se!', recomendou Eliete Quintes

'Passei a minha transição usando tranças e estou há 1 ano com o cabelo natural. Tomei a decisão de fazer o BC porque meu cabelo nunca evoluia, só caía e quebrava. Hoje estou livre!', contou Jacque Clementino

'Passei a minha transição usando tranças e estou há 1 ano com o cabelo natural. Tomei a decisão de fazer o BC porque meu cabelo nunca evoluia, só caía e quebrava. Hoje estou livre!', contou Jacque Clementino

'Fiquei 7 meses em transição e decidi me libertar de uma vez da química fazendo o BC. Não foi fácil, fui muito criticada pelo meu ex-marido, mas já estava decidida e cortei. Três meses após o big chop, ele continuava me criticando, mas eu estava feliz e isso q importava. Ele foi embora e me deixou, e eu continuo aqui positiva na minha decisão. Em primeiro lugar a gente tem que se amar pra depois alguém amar a gente de verdade. Isso é amor', contou a gata Luh Rodrigues

'Fiquei 7 meses em transição e decidi me libertar de uma vez da química fazendo o BC. Não foi fácil, fui muito criticada pelo meu ex-marido, mas já estava decidida e cortei. Três meses após o big chop, ele continuava me criticando, mas eu estava feliz e isso q importava. Ele foi embora e me deixou, e eu continuo aqui positiva na minha decisão. Em primeiro lugar a gente tem que se amar pra depois alguém amar a gente de verdade. Isso é amor', contou a gata Luh Rodrigues

'Na primeira decisão de não mais alisar, não foi algo que eu estava me sentindo bem, até porque não conhecia direito meu cabelo, até fiz o BC em dezembro de 2014, mas por não estar me aceitando verdadeiramente como era de nada adiantou, não sabia cuidar direito, então resolvi fazer relaxamento, para os cachos soltarem mais, mas infelizmente danificou meu cabelo de modo as hidratações não surtirem efeitos, e por ser um cabelo muito fino, começou a ficar áspero, então fiquei um bom tempo com ele assim, foi então que decidi tirar toda esta parte cacheada relaxada e começar tudo de novo, só que desta vez aceitar meus fios do jeito que são, a partir daí senti a mudança dentro de mim de verdade! Então no mês passado fiz o BC de novo só que agora me aceito de verdade ! Quero aproveitar desta vez cada faze de crescimento dele.Agora Me amo de verdade! Agora sim minha auto estima está nota 1000.

'Na primeira decisão de não mais alisar, não foi algo que eu estava me sentindo bem, até porque não conhecia direito meu cabelo, até fiz o BC em dezembro de 2014, mas por não estar me aceitando verdadeiramente como era de nada adiantou, não sabia cuidar direito, então resolvi fazer relaxamento, para os cachos soltarem mais, mas infelizmente danificou meu cabelo de modo as hidratações não surtirem efeitos, e por ser um cabelo muito fino, começou a ficar áspero, então fiquei um bom tempo com ele assim, foi então que decidi tirar toda esta parte cacheada relaxada e começar tudo de novo, só que desta vez aceitar meus fios do jeito que são, a partir daí senti a mudança dentro de mim de verdade! Então no mês passado fiz o BC de novo só que agora me aceito de verdade ! Quero aproveitar desta vez cada faze de crescimento dele.Agora Me amo de verdade! Agora sim minha auto estima está nota 1000.







'O big chop foi um divisor de águas. Ao passo em que mudar foi uma decisão difícil, foi também um ato de liberdade e de honestidade comigo mesma.  Hoje me aceito, inspiro e ajudo meninas a cuidar de seu cabelo e se valorizar. Hoje sou feliz', contou a nutricionista Ana Paula Dantas

'O big chop foi um divisor de águas. Ao passo em que mudar foi uma decisão difícil, foi também um ato de liberdade e de honestidade comigo mesma. Hoje me aceito, inspiro e ajudo meninas a cuidar de seu cabelo e se valorizar. Hoje sou feliz', contou a nutricionista Ana Paula Dantas

'Usei implante e trança durante a transição. Sobre o bc, só uma palavra define: liberdade!', contou Tati Caldeira

'Usei implante e trança durante a transição. Sobre o bc, só uma palavra define: liberdade!', contou Tati Caldeira

'Em abril de 2015 cheguei em casa pra mais um dia de chapinha, pois precisava lavar o cabelo e, se não fizesse ficava horrível. Nesse dia, ao invés de pegar o secador, peguei a tesoura e comecei a cortar, tirar toda parte com química. Só havia 3 meses sem relaxamento, então ficou bem curtinho', contou Vanessa Miranda

'Em abril de 2015 cheguei em casa pra mais um dia de chapinha, pois precisava lavar o cabelo e, se não fizesse ficava horrível. Nesse dia, ao invés de pegar o secador, peguei a tesoura e comecei a cortar, tirar toda parte com química. Só havia 3 meses sem relaxamento, então ficou bem curtinho', contou Vanessa Miranda

'O sentimento após o BC é LIBERDADE. Se redescobrir, sentir quem sou na essência e estar bem como sou. Não tem sentimento melhor após a transição!', contou Jéssica Lino

'O sentimento após o BC é LIBERDADE. Se redescobrir, sentir quem sou na essência e estar bem como sou. Não tem sentimento melhor após a transição!', contou Jéssica Lino








'Quando eu pequena as pessoas diziam que meu cabelo era feio e hoje eu percebi que feio é o preconceito e que meu cabelo é lindo do jeito que ele é!', afirmou Sheila Cardoso

'Quando eu pequena as pessoas diziam que meu cabelo era feio e hoje eu percebi que feio é o preconceito e que meu cabelo é lindo do jeito que ele é!', afirmou Sheila Cardoso

'Fazer a transição foi a melhor decisão que tomei. Não foi fácil, precisei ser forte, determinada e paciente, porém a recompensa é dada com liberdade e empoderamento! Hoje eu me reencontrei e me conheci de novo, sou muito feliz!!!', contou a cacheada Jiselle Dias

'Fazer a transição foi a melhor decisão que tomei. Não foi fácil, precisei ser forte, determinada e paciente, porém a recompensa é dada com liberdade e empoderamento! Hoje eu me reencontrei e me conheci de novo, sou muito feliz!!!', contou a cacheada Jiselle Dias






'Decidi entrar na transição ao me ver em um padrão em que eu não me encaixava. Vi que aquela não era eu e quis me descobrir. Tenho quase 2 anos sem química e 7 meses de BC. Hoje me sinto completa e feliz assim como sou. Vejo que valeu a pena todo choro e sofrimento durante a transição', contou Larih Araújo

'Decidi entrar na transição ao me ver em um padrão em que eu não me encaixava. Vi que aquela não era eu e quis me descobrir. Tenho quase 2 anos sem química e 7 meses de BC. Hoje me sinto completa e feliz assim como sou. Vejo que valeu a pena todo choro e sofrimento durante a transição', contou Larih Araújo

'Acho que o motivo pelo qual eu decidi passar pela transição foi o mesmo que 90% das meninas que passam por ela: anos de química que acabaram com a estrutura do meu cabelo. Quanto mais eu me olhava no espelho, menos me reconhecia', contou Thaís Santos

'Acho que o motivo pelo qual eu decidi passar pela transição foi o mesmo que 90% das meninas que passam por ela: anos de química que acabaram com a estrutura do meu cabelo. Quanto mais eu me olhava no espelho, menos me reconhecia', contou Thaís Santos

'Eu decidi fazer o bc porque eu passei mais de dez anos alisando o cabelo, queria saber como meu cabelo era de verdade e amei o resultado', contou Yasmin Fiorelo

'Eu decidi fazer o bc porque eu passei mais de dez anos alisando o cabelo, queria saber como meu cabelo era de verdade e amei o resultado', contou Yasmin Fiorelo

'Mais que estética, a transição foi uma verdadeira libertação para mim. Passei a minha vida inteira detestando o meu cabelo, então foi incrível me ver, finalmente, aprendendo a cuidar e a gostar dele na sua forma natural. Não vou dizer que abandonar a química foi fácil, mas, depois de fazer o big chop, eu só consegui pensar que devia ter feito isso antes. Valeu a pena, principalmente para a minha autoestima, contou a jornalista Nívia Passos

'Mais que estética, a transição foi uma verdadeira libertação para mim. Passei a minha vida inteira detestando o meu cabelo, então foi incrível me ver, finalmente, aprendendo a cuidar e a gostar dele na sua forma natural. Não vou dizer que abandonar a química foi fácil, mas, depois de fazer o big chop, eu só consegui pensar que devia ter feito isso antes. Valeu a pena, principalmente para a minha autoestima, contou a jornalista Nívia Passos

Para muitas cacheadas em transição, fazer o Big Chop é o maior desafio. Afinal, para quem sempre usou o cabelo comprido, cortá-lo curtinho, sem dúvidas, é uma mudança radical. Mas isso não quer dizer que seja ruim ou traumatizante. O grande corte é a solução para muitas divas que não aguentam lidar com as texturas indefinidas dos fios durante a transição capilar, além disso, depois de tirar toda química, seus fios crescerão totalmente naturais. Se você tem vontade, mas ainda não tomou coragem, dá uma olhada nessa galeria com 50 meninas e confira depoimentos emocionantes e motivadores sobre o BC!

‘A cada mecha que caía era como se tirasse um peso das costas’

A leitora do Fique Diva Vanessa Miranda começou a usar química muito nova para acompanhar a mãe: “Como eu tinha muito cabelo, ela achou que facilitaria os cuidados. O tempo passou e eu não me imaginava de outra forma. Dois anos atrás comecei a me sentir mal por causa da aparência, estava cansada das progressivas e relaxamentos que detonavam o meu cabelo. Olhava no espelho e tinha muito desejo de conhecer minha verdadeira identidade. Foi então que comecei a pesquisar e participar de grupos que pudessem me ajudar a assumir os cachos”, contou.

Em abril de 2015, a gata chegou em casa para mais um dia de sua rotina com chapinha: lavar, secar, chapar os fios. Foi quando decidiu fazer o Big Chop: “Nesse dia, ao invés de pegar o secador, peguei a tesoura e comecei a cortar, tirar toda parte com química. Só havia 3 meses sem relaxamento, então ficou bem curtinho”, disse. “A cada mecha que caía era como se tirasse um peso das costas, me sentia feliz por esta me vendo pela primeira vez sem aquele cabelo. A sensação de liberdade foi tão maravilhosa que chorei de felicidade. Hoje tenho um grande arrependimento: me pergunto todos os dias por que não fiz o BC antes e por que esperei tanto tempo. Sou muito mais segura e realizada. Me sinto cada dia mais linda e feliz’, lembrou Vanessa.

'A sensação de liberdade e recomeço é incrível’

A social media Ellen Rodrigues teve uma história muito inspiradora com o Big Chop e tudo aconteceu durante uma viagem a trabalho: "Depois de cerca de 9 meses em transição, o BC foi quase de surpresa. Fui ao salão com a intenção de dar apenas um corte e numa rápida conversa com o cabeleireiro resolvi cortar tudo. Foi muito rápido! A sensação imediata foi de estranhamento, já que sempre tive o cabelo comprido, mas a maior sensação foi a de liberdade. Foi libertador ver meu cabelo natural novamente, do jeito que eu tinha imaginado por meses. Não me arrependi nem por um minuto", contou.

'Me livrei de uma bagagem de preconceitos e baixa autoestima' 

A manicure e cabeleireira Pâmela Dourado enfrentou algumas dificuldades na época da transição: fazia texturização com coquinhos para disfarçar as duas texturas e até criou um canal no Youtube para compartilhar esse momento com outras meninas. Nove meses se passaram e Pam decidiu fazer o Big Chop em casa. "Me emocionei muito nesse dia. Liberdade é a palavra certa, não só do alisado, mas de uma bagagem cheia de preconceito, baixa autoestima e de uma infância cheia de tristeza por ter o cabelo que eu tinha", afirmou.

"No dia do meu Big Chop, deixei a bagagem de críticas no caminho e pensei: 'Como meu cabelo é lindo!'. Chorei por ter sido boba por tanto tempo, escrava de um padrão definido do que seria 'beleza', acrescentou cabeleireira. A transformação acabou influenciando outras pessoas ao redor de Pâmela. Sua mãe também decidiu assumir os cachos e muitas amigas pedem ajuda de como enfrentar a mudança.

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